Lançado originalmente em novembro de 1974, Molhado de Suor foi considerado ousado para a época e a vendagem foi modesta. De alguns anos para cá, no entanto, tornou-se objeto de culto e referência para as novas gerações.
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O primeiro disco de vinil solo de Alceu Valença contou com a direção musical de um jovem talento, Cássio Tucunduva, amigo de Alceu e guitarrista da banda Os Lobos. Das idas e vindas aos ensaios diários na casa de Cássio, em Niterói, surgiu a inspiração para uma das primeiras canções ecologicamente engajadas do pop nacional, “Dente do Ocidente”. Da barca que o levava e o trazia de Niterói, Alceu avistou uma espuma esquisita boiando sobre a Baía de Guanabara. Ali mesmo rabiscou a letra: “Essa espuma sobre a praia / É um dente de ocidente / É um dente, um osso, um dente / Vomitado pelo mar / Vem em ondas poluídas / Vem em nome da moral / Vem na crista dessa onda / A cultura ocidental”.
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Molhado de Suor traz uma nova versão para “Papagaio do Futuro”, além de folk ardido do sertão, incursões armoriais e aromas orientais em canções como “Chutando Pedras”, “Pedras de Sal”, “Cabelos Longos”, “Borboleta”, “Mensageira dos Anjos” e “Punhal de Prata”, essa a primeira a ser registrada durante as sessões de gravação. Os toques altamente psicodélicos vinham de um elemento fundamental àquela história toda, Lula Côrtes e seu tricórdio, trazidos especialmente do Recife para as gravações no estúdio da Som Livre, no Rio.
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Em 1974, Alceu reinventou o diálogo entre tradição e modernidade. Molhado de Suor desceu a ladeira e chegou na praça carregando frevo, baião, maracatu, folk, embolada e rock psicodélico, criando uma sonoridade que resiste ao tempo e inaugura uma estética nordestina modelo/referência para tudo o que viria adiante. Com textos que evocam paisagens áridas, amores intensos e misticismo, Molhado de Suor posicionou Alceu Valença como um artista visionário, capaz de traduzir o sertão em poesia e experimentos musicais.
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Esta edição Três Selos-Rocinante é em vinil laranja 180g, inclui faixa bônus (“Vou Danado Pra Catende”), reprodução do encarte original com as letras e encarte extra com fotos e texto inédito do jornalista Bento Araújo, autor da série de livros Lindo Sonho Delirante.
Alceu Valença / Molhado de Suor
— por Bento Araújo —
Jackson do Pandeiro já dizia que quando o Tio Sam aprender que o samba não é rumba, aí ele iria misturar chiclete com banana. Alceu Valença foi o primeiro da sua geração a sacar que poderia misturar rock com baião, no final, era tudo a mesma coisa: “A coisa mudou mesmo quando eu fui fazer um curso em Harvard, nos States, em 1969. O tal curso não significou nada, mas lá tive contato com outras coisas, com a contracultura, com os hippies etc. Em termos de som comecei a fazer uma experiência: em vez de tocar samba, Bossa Nova e as coisas que os gringos pediam, eu tocava baião. E vi que todo mundo se ligava. Então, foi nessa viagem que me voltou essa coisa, de raízes. Fiz, inclusive, uma música dizendo que tudo é a mesma coisa, que não há motivo para deslumbre com o que vem de fora. Se chama ‘Seis Horas’. Dizia que ‘às seis horas o Sol matina tanto nos sobrados de Olinda quanto no alto do Empire State. Tanto nas esquinas do Village quanto nas águas de Três Marias’. Mas então era isso, eu cantava baião e o pessoal enlouquecia.
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Os caras se amarraram e o negócio acabou numa festa muito louca. Eu estava tocando uma coisa brasileirona, mas notei que havia uma grande semelhança entre as emboladas de Jackson do Pandeiro e o rock de Elvis Presley. Pegue um disco de cada um dos dois, elimine o idioma e sinta a incrível identidade dos fraseados. É fantástico, parece que os dois são a mesma coisa. Nos States eu saquei a capacidade de fazer as pessoas vibrarem, mesmo estando em outro lugar. Você só bole com o enlatado porque só vem enlatado. A gente termina importando todos os cacoetes da tal cultura ocidental — para nós mascar chicletes é que é legal, falar inglês é status. Eu, que nem sei falar inglês, faço tudo ao contrário”. (revista Pop, 1975)
No início do ano seguinte, a mesma revista Pop publicou uma longa entrevista com Alceu, onde ele explicava seus intuitos: “Esse meu baião, meu rock, tem muita eletricidade, pulsação, magnetismo. As pessoas procuram fórmulas estrangeiras… Mas o rock é uma coisa energética, e a gente tem muita energia, não precisa ir buscar lá fora! A gente tem é que se ligar mais no que é daqui. E o meu trabalho tem essa coisa toda, inclusive aquela história de pegar o megafone e ir pra frente do teatro chamar o povo pro espetáculo. É uma coisa mambembe, de circo, de decadência. E essa que é a realidade. O artista brasileiro é um coitado, em geral. Não tem condições pra nada, não tem dinheiro, nada, mas se coloca num pedestal, se leva muito a sério. Não assumem as barras reais. E talvez a própria imprensa tenha culpa nisso, criando a ridícula imagem do artista descompromissado. A nossa realidade é muito pobre, muito decadente. É a verdade, e eu curto essa decadência, é um sentido que eu gosto muito e que é muito verdadeiro”.
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Ele sabia perfeitamente qual era a sua realidade. Naquela metade dos anos 70 a vida artística não andava nada fácil para o pernambucano. Seu primeiro disco, lançado em 1972 ao lado do parceiro Geraldo Azevedo, foi um fracasso comercial. Naquele mesmo ano, a dupla e Jackson do Pandeiro foram eliminados do Festival Internacional da Canção, onde defendiam “Papagaio do Futuro”. A vida conjugal de Alceu também não ia nada bem e, para piorar, ele vinha sendo vigiado e por agentes da ditadura militar. Um deles, à paisana e disfarçado de hippie, chegou até a tomar uns tragos com Alceu no bar que o cantor frequentava, no Leblon. Quando soube disso através de um amigo que foi detido e interrogado, o pernambucano escreveu uma letra em “homenagem” ao cabeludo delator: “Eu desconfio dos cabelos longos de sua cabeça / Se você deixou crescer de um ano pra cá / Eu desconfio de sua cabeça / Eu desconfio no sentido estrito / Eu desconfio no sentido lato / Eu desconfio dos cabelos longos / Eu desconfio do diabo a quatro”. A canção ganhou o título de “Cabelos Longos”.
A melhor saída foi deixar o Rio de Janeiro e voltar para Recife, principalmente aproveitando o convite para atuar no filme A Noite do Espantalho, de Sérgio Ricardo: “O filme foi muito importante para mim. No sentido de transar uma de ator, usar a expressão do corpo e depois poder me ver — antes eu só tinha sido ator em teatro. Então descobri potencialidades minhas como ator, coisas que uso nos meus shows. Por ironia o filme foi feito na região onde eu nasci. E foi desta vez que eu comecei a observar mais claramente o trabalho dos violeiros, o onírico, o místico, a luminosidade das coisas simples…
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Foi uma recriação da minha visão daquele mundo, que eu já tinha, mas foi de uma forma mais contemplativa, mais curtida. Você vê, eu tinha ido com 13 anos pra Recife. Nas metrópoles, Recife, Rio, São Paulo, eu tinha perdido o tato, o cheiro, toda essa percepção e aí comecei a recuperar, mas em baixa rotação, em paz”. (revista Pop, 1976) Durante os três meses que passou no set de filmagem, em Nova Jerusalém, Alceu reencontrou Lula Côrtes e sua namorada Kátia Mesel, que estavam cuidando da cenografia do longa-metragem. Na sequência conheceu Zé Ramalho, que namorava a irmã da namorada de Alceu, uma jovem bailarina de 20 anos chamada Angela Botelho, que viria a inspirar canções como “Dia Branco”, “Molhado de Suor” e “Mensageira dos Anjos”. Durante as folgas, conheceu também muito do que vinha sendo feito no chamado “udigrudi” pernambucano — principalmente quando participou da homenagem à Luiz Gonzaga no “Ginásio Geraldão” — ao conferir apresentações de Marconi Notaro, Phetus e Tamarineira Village, que logo mais adotaria o nome Ave Sangria. Dois meses depois ele estreava seu novo show em Recife: O Ovo e a Galinha.
A embolada que dava nome ao espetáculo expunha o intuito do compositor, mostrar que “o velho é novo e o novo é velho”. Acenando para o passado e para o futuro, Alceu conquistava o respeito da velha e da nova guarda do Recife. Já os rótulos ele dispensava completamente. Desde sempre se considerou um cidadão do mundo, um estrangeiro onde quer que estivesse, um viajante em qualquer parte: “Eu sou contra isso de colocar nomes e tal. Música nordestina não existe, é música só. Não deve ser colocada nestes termos para não regionalizar a coisa em termos culturais e comerciais — para não se fechar mesmo em termos de estilos. Ninguém quer saber se no Rio o pessoal anda fazendo samba, tudo é música, em qualquer lugar. Vamos criar fora do estabelecido, mesmo em termos deregião”. (revista Pop, 1975).
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A boa nova dava conta que um produtor da TV Globo assistiu ao show e garantiu que levaria Alceu para um novo selo que estava conquistando cada vez mais o público jovem, a Som Livre. Logo as fitas da apresentação foram enviadas à matriz da gravadora, no Rio. O repertório inédito do espetáculo O Ovo e a Galinha cativou os diretores da Som Livre, João Araújo e Guto Graça Mello. De volta à Cidade Maravilhosa a convite da Som Livre, Alceu conquistou liberdade artística total para gravar, no inverno de 1974, o seu primeiro álbum solo, Molhado de Suor.
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Alceu relembrou sobre o disco no programa O Som do Vinil, do Canal Brasil, em depoimento à Charles Gavin: “Lembro quando cheguei e encontrei Eustáquio Sena, um sujeito maravilhoso, absolutamente competente e muito musical. Ele sugeriu Waltel Branco para fazer os arranjos de cordas… Passei o que eu queria, a sonoridade, o fraseado, para Waltel. Só o final é que foi um pouco traumático, porque Eustáquio teve uma doença e teve que voltar para Minas e eu fiquei sozinho fazendo a mixagem do meu disco. Então no primeiro disco, eu já participei da mixagem, foi o que fiz. Tem um agogô muito alto numa música, a culpa é minha”.
No livro Som Livre: Uma biografia do ouvido brasileiro, de Hugo Sukman, o cantor relembrou seu contato inicial com João Araújo: “Essa produção foi fantástica. A gente teve condições de fazer um disco com tudo que tinha direito. Serei sempre agradecido pelas caronas que ele me dava, desde a Som Livre, em Botafogo, até Ipanema, onde eu morava no início da minha carreira. Conversávamos muito, e ele respeitava os artistas malucos, que são quase sempre os verdadeiros artistas. Ele foi um amigo da arte”.
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A direção musical do disco ficou a cargo de um jovem talento, Cássio Tucunduva, amigo de Alceu e guitarrista da banda Os Lobos. Das idas e vindas aos ensaios diários na casa de Cássio, em Niterói, surgiu a inspiração para uma das primeiras canções ecologicamente engajadas do pop nacional, “Dente do Ocidente”. Da barca que o levava e o trazia de Niterói, Alceu avistou uma espuma esquisita boiando sobre a Baía de Guanabara. Ali mesmo rabiscou a letra: “Essa espuma sobre a praia / É um dente de ocidente / É um dente, um osso, um dente / Vomitado pelo mar / Vem em ondas poluídas / Vem em nome da moral / Vem na crista dessa onda / A cultura ocidental”.
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Lançado em novembro de 1974, Molhado de Suor trazia uma nova versão para “Papagaio do Futuro”, além de folk ardido do sertão, incursões armoriais e aromas orientais em canções como “Chutando Pedras”, “Pedras de Sal” e “Punhal de Prata”, essa a primeira a ser registrada durante as sessões de gravação. Os toques altamente psicodélicos vinham de um elemento fundamental àquela história toda, Lula Côrtes e seu tricórdio, trazidos especialmente do Recife para as gravações.
Lula foi também o responsável por ilustrar o encarte com as letras. A capa trazia uma montagem de Kátia Mesel sobre fotos de Tânia Quaresma. A contracapa mostra Alceu capturado em cima de um arrecife na praia de Boa Viagem, enquanto uma onda o acertava em cheio.
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Alceu falou mais sobre a influência dos amigos Lula Côrtes, Geraldo Azevedo e Piri no programa O Som do Vinil: “Eu queria essas cordas, eu queria as cordas que foram botadas aí, e eu queria um timbre novo, um timbre diferente. Aí eu trouxe Lula, porque Lula com seu tricórdio me daria um lado meio mourisco que eu gosto. Encontrei na gravação de A Noite do Espantalho, Piri, que tocava bandolim e também tinha um sotaque arabesco, e aí eu fui formando a coisa com Geraldinho que tocou comigo viola”. Para Paulinho Rafael, guitarrista que acompanhou Alceu por 46 anos, muito do impacto sonoro do álbum vinha das orquestrações robustas, das cordas que geravam emoção e tensão às composições. Já Geraldo Azevedo sente saudade quando escuta o LP — para ele, Molhado de Suor forneceu um caminho, um esteio, tanto para a sua carreira como para a de Alceu. Molhado de Suor foi considerado ousado para a época e a vendagem foi modesta.
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De alguns anos para cá, no entanto, tornou-se objeto de culto e referência para as novas gerações. Após seu lançamento original, as resenhas eram entusiasmadas, como a de Nelson Motta no jornal O Globo: “A Som Livre parece ter encontrado uma expressão forte da música nova. De alta qualidade, som vigoroso, interpretação violenta e melodias criativas e estranhas. Alceu conseguiu um som realmente novo e forte, numa espécie de blending surrealista de Nordeste, Índia e África”. Ana Maria Bahiana ressaltou o “trabalho furioso e agressivo, de vigor surpreendente” na mesma publicação, emendando: “Aproveitando ao máximo sua voz seca e áspera, Alceu faz música pernambucana e contemporânea, utilizando com expressividade os ritmos ágeis do coco e do xaxado e os sons puros da viola e da percussão nordestina”.
Já no Jornal do Brasil, o jornalista Roberto Moura destacou “a força e a garra de Alceu, a sua poesia aberta e de alguma contundência” e aproveitou para elogiar aquele momento do artista, mas sem deixar de alfinetar a sua respectiva gravadora: “A faixa-título é talvez a que sintetize melhor o seu trabalho atual e a presença, nele, de temas e influências nordestinas. Um dos melhores trabalhos de 1974, e uma péssima divulgação da Som Livre, que pensa que a vida se resume ao horário nobre da Globo”.
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O próprio Alceu definiu melhor seu álbum solo de estreia no Diário de Pernambuco, em declaração à Geneton Moraes Neto: “O Molhado de Suor saiu do jeito que eu queria. A gravação durou cinco meses, entre o Rio e o Recife. E foi um trabalho artesanal. O disco, apesar de ser urbano, contém elementos que o violeiro usa, toda essa luminosidade do Nordeste. E é também muito Olinda, para o que pouca gente atentou. Há também influências da música oriental, já misturada com o nosso som”.
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Depois de aparecer para todo o Brasil na primeira edição do festival Abertura, defendendo “Vou Danado pra Catende”, Alceu despontou como o capitão da espaçonave que partiria do Nordeste para sobrevoar o Brasil e, mais tarde, o mundo. O prêmio de “melhor pesquisa” oferecido pela TV Globo, organizadora do Abertura, foi uma espécie de consolação, mas o impacto causado foi enorme, com os “jagunços hippies” fritando em rede nacional, no horário nobre, cantando sobre caiporas, mocambos, moleques e o pai da mata. Na linha de frente estavam Alceu Valença com seu violão e seu inconfundível carisma, Lula Côrtes com seu tricórdio e Zé Ramalho com a sua viola. Ao fundo, o acompanhamento de boa parte dos músicos de dois agrupamentos emblemáticos da psicodelia pernambucana: Phetus e Ave Sangria. A turma também apareceu no Fantástico executando “Vou Danado pra Catende”, que na sequência foi registrada em estúdio e incluída às pressas em uma segunda prensagem de Molhado de Suor, no lugar de “Chutando Pedras”. Um aviso importante: Essa edição que você segura em mãos contém as duas faixas!
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Em 1974, Alceu reinventou o diálogo entre tradição e modernidade. Molhado de Suor desceu a ladeira e chegou na praça carregando frevo, baião, maracatu, folk, embolada e rock psicodélico, criando uma sonoridade que resiste ao tempo e inaugura uma estética nordestina modelo/referência para tudo o que viria adiante. Com textos que evocam paisagens áridas, amores intensos e misticismo, Molhado de Suor posicionou Alceu Valença como um artista visionário, capaz de traduzir o sertão em poesia e experimentos musicais. Como diz o título da faixa de abertura desse disco, “Borboleta”, evocando a metáfora do inseto como símbolo de mudança, no fundo, tudo é sobre liberdade e transformação.

Disco ‘Molhado de Suor’ • Alceu Valença • Selo Três Selos/Rocinante • 1974/2025
Canção / compositores
Lado A
1. Borboleta (Alceu Valença)
2. Punhal de prata (Alceu Valença)
3. Dia branco (Alceu Valença)
4. Cabelos longos (Alceu Valença)
5. Chutando pedras (Alceu Valença)
Lado B
1. Molhado de suor (Alceu Valença)
2. Mensageira dos anjos (Alceu Valença)
3. Papagaio do futuro (Alceu Valença)
4. Dente de ocidente (Alceu Valença)
5. Pedras de sal (Alceu Valença)
6. Vou danado pra catende (Alceu Valença e Ascenso) / Faixa bônus
– ficha técnica original –
Alceu Valença: Voz e violão | Geraldo Azevedo: Viola e craviola | Piri: Craviola e bandolin | Lula Côrtes: Cítara popular (dulcimer) | Cássio: Guitarra, baixo e viola | João Côrtez: Bateria e percussão | Hermes: Percussão | Ronaldo: Flauta | Coordenação geral: João Araújo | Produção musical: Eustáquio Sena | Arranjos de base: Geraldo Azevedo e Alceu Valença | Arranjo e percussão: João Cortez | Arranjo de cordas e metais: Waltel Branco | Técnicos de som: Celio Martins, Deraldo e Luis Paulo | Estúdio: Somil | Foto-montagem: Kátia Mesel | Desenho: Lula Côrtes | Fotos: Tânia Quaresma | Foto do encarte: Fred Mesel | Montagem gráfica: Joel Cocchiararo || Edição Três Selos/Rocinante 2025 – Coordenação geral: Bruno Vieira, João Noronha, Sylvio Fraga e Wladymir Jasinski | A&R: Márcio Rocha e Rafael Cortes | Coordenação gráfica: Mateus Mondini | Coordenação técnica: Pepê Monnerat | Coordenação de prensagem: Vinicius Crivellaro | Licenciamento: Daniel Moura e Joe Lima | Texto e edição de conteúdo: Bento Araujo | Comunicação e marketing digital: Dayw Vilar e Tathianna Nunes (Pantim) | Direção de arte: Bloco Gráfico | Design: Pedro Caldara | Masterização: Arthur Damásio | Selo: Três Selos/Rocinante | Cat. R3-088 | Formato: LP Vinil | Ano: 2025 | Relançamento: | ♪Ouça o álbum: clique aqui | ♩Compre o LP/Vinil: clique aqui.
Projeto Rocinante Três Selos
A paixão pelo vinil uniu, em novembro de 2023, três grandes nomes do mercado nacional em uma colaboração inédita: a fábrica Rocinante, localizada em Petrópolis, a Três Selos, renomada por sua seleção especial de lançamentos em vinil, e a Tropicália Discos, uma loja icônica do Rio de Janeiro com mais de 20 anos de expertise na divulgação da música brasileira.
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Essas referências do mercado se unem para apresentar com excelência algumas das obras mais marcantes da música brasileira, incluindo nomes consagrados como Chico César, Gilberto Gil, Hermeto Pascoal, Novelli, Tulipa Ruiz, Céu, Baiana System, Barão Vermelho, Anelis Assumpção, Dona Onete, Alceu Valença, Os Orixás, Chico Buarque, Djavan, Cólera, Tim Bernardes, Moacir Santos, Orlandivo. Com um projeto gráfico inovador e utilizando as melhores prensas de vinil do país, essa parceria promete elevar ainda mais a música brasileira, celebrando sua riqueza e diversidade em cada lançamento.
>> Siga: @tres.selos | @tresselosrocinante | @rocinantegravadora | @fabricarocinante | @tropicaliadiscos
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Série: Discografia da Música Brasileira / Canção / álbum.
* Publicado por ©Elfi Kürten Fenske
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