Everson Moraes e Silvério Pontes - Tributo ao Zé da Velha - Casa do Choro
Celebração da obra e a trajetória de um dos grandes mestres do choro brasileiro! Silvério Pontes, trompetista consagrado e parceiro artístico por mais de três décadas do mestre Zé da Velha, une-se ao trombonista e pesquisador Everson Moraes para apresentar um repertório especial, revisitando clássicos imortalizados pela dupla original. O show acontece no dia 12 de agosto, às 19h no Auditório Radamés Gnattali, da Casa do Choro
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O tributo é uma experiência musical, afetiva e vibrante, capaz de aproximar gerações através da sonoridade única do trombone e do trompete. Reconecta o público à essência e à vitalidade do choro brasileiro, ressaltando a importância do legado cultural de Zé da Velha para o patrimônio imaterial do país.
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Músicos: Silvério Pontes: Trompete e Flugelhorn; Everson Moraes: Trombone; Bebe Kramer: Acordeon; Vinicius Magalhães: Violão 7 Cordas; Maycon Julio: Cavaquinho e Bandolim; Netinho Albuquerque: Pandeiro e Percussão
SERVIÇO
Show | Silvério Pontes e Everson Moraes – ‘Tributo ao Zé da Velha’
Data: 12 de agosto /2026
Horário: 19h00
Local: Casa do Choro – Auditório Radamés Gnattali
Endereço: Rua da Carioca, 38, Rio de Janeiro/RJ | Tel.: (21) 2242-9947
Capacidade: 100 lugares
Acessibilidade: Acesso para portadores de necessidades especiais
Ingressos: R$ 40 (meia-entrada) e R$ 80 (inteira)
Compras online, sympla
Ou Bilheteria aberta 1h antes dos espetáculos
* Casa do Choro: Site / @casadochoro
Sobre a Casa do Choro
“O choro é a alma musical do povo brasileiro”, já dizia Villa Lobos. O choro é carioca! E o Rio de Janeiro, finalmente, ganhou um espaço a altura da importância do gênero, a Casa do Choro, que reúne, na Rua da Carioca número 38, oito salas de aula, estúdio, centro de pesquisa e auditório para shows e palestras. Construção erguida no início do século XX, com características semelhantes às dos templos mouros (daí o apelido “mourisquinho”), o prédio histórico que abriga a Casa do Choro é tombado pelo INEPAC e foi cedido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro para o Instituto Casa do Choro. O imóvel, que segundo pesquisas foi construído por volta de 1902, estava em ruínas e foi totalmente restaurado com apoio financeiro do BNDES, patrocínio da Petrobras e incentivo da Lei Rouanet. Além de Luciana Rabello e Maurício Carrilho, presidente e vice-presidente, respectivamente, na diretoria do Instituto Casa do Choro encontram-se ainda os nomes do bandolinista, regente e produtor musical Pedro Aragão, dos músicos Jayme Vignoli e Paulo Aragão e do produtor Cesar Carrilho. A instituição é responsável pela Escola Portátil de Música (EPM) que, desde o ano 2000, já ofereceu conhecimento musical através da linguagem do choro para mais de 10 mil estudantes e atualmente mantém cerca de 1.100 alunos matriculados nas oficinas que acontecem na UNIRIO. A Casa do Choro é o sonho de muitas gerações de músicos, ideal abraçado por personalidades reunidas no conselho do instituto. Déo Rian, Dori Caymmi, Hermínio Bello de Carvalho, Katia de Almeida Braga, Luiz Otávio Braga, Maria Bethânia, Paulo Cesar Feital, Paulo César Pinheiro, Roberto Almeida, Roberto Gnatalli, Sergio Prata e Sergio Cabral são os integrantes.
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