AGENDA CULTURAL

Cinema e teatro em uma nova experiência cênica criada por artistas do Grupo XIX de Teatro

Luiz Fernando Marques, do Grupo XIX de Teatro, mescla cinema e teatro em experimento cênico inspirado em filmes clássicos dos anos 1960. 
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Após oito meses de estudos e criação, o Núcleo de Pesquisa do grupo XIX de teatro: O cinema Como Presença, desenvolvido e orientado por Luiz Fernando Marques, apresenta o resultado cênico Um Clássico: Matou a Família e Foi ao Cinema. As apresentações na Vila Maria Zélia acontecem de 17 a 20 de novembro, de sexta a segunda, às 15h e às 17h, com entrada gratuita.
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Júlio Bressane (Matou a Família e Foi ao Cinema) e Djalma Limongi (Um Clássico, Dois em Casa, Nenhum Jogo Fora) emprestam uma base cinematográfica e fabular para um jogo cênico na qual a presença do teatro embaralha percepções. O público é convidado a elaborar uma narrativa nova resultante dessa tensão entre o que foi filmado e o que está sendo apresentado ali ao vivo.

São dois filmes e uma peça. São duas mulheres, dois homens e um narrador. Cinema e Teatro. Passado e Presente borrados e misturados no desejo profundo de projetar um futuro diverso.
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Luiz Fernando Marques, o Lubi, integra o Grupo XIX desde 2001 sendo diretor e co-criador dos espetáculos. O XIX desenvolve projeto de oficinas teatrais gratuitas de longa duração desde 2005. Os núcleos de pesquisa são conduzidos pelos integrantes do grupo, que ao final do processo criam peças ou experimentos cênicos inéditos. A iniciativa integra o projeto 5X XIX, que visa a manutenção e a continuidade dos 18 anos de residência artística do Grupo XIX na Vila Maria Zélia, contemplado pela 40ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo — Secretaria Municipal de Cultura.

SINOPSE
Em um país onde cinemas se transformaram em igrejas pentecostais, exploramos dois pioneiros filmes brasileiros de 1968 e 1969 que abordam temas homoafetivos. Essas histórias brasileiras pertencem a um passado conservador em preto e branco, ou são fantasmas premonitórios de um presente cor de sangue?
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Júlio Bressane e Djalma Limongi emprestam seus clássicos e na fricção entre o cinema e o teatro montamos uma experiência única, onde o público recria a narrativa, mesclando o que foi filmado com o que acontece ao vivo. São dois filmes, uma peça, duas mulheres, dois homens e um narrador, entrelaçando passado e presente em busca de um futuro mais diverso.

FICHA TÉCNICA
Direção e dramaturgia: Luiz Fernando Marques Lubi. Artistas colaboradores e atuantes: Aguida Aguiar, Bruna Mascarenhas, Carlos Jordão, Lucas Rocha e Walmick de Holanda. Diretora assistente: Juliana Mesquita. Cenografia e edição de vídeo: Luiz Fernando Marques Lubi. Figurino, visagismo e direção de arte: Aguida Aguiar, Bruna Mascarenhas, Carlos Jordão, Juliana Mesquita, Lucas Rocha, Luiz Fernando Marques Lubi e Walmick de Holanda. Produção: Grupo XIX de teatro e Andréa Marques. Técnico de luz, som e vídeo: Luís Roberto Oliveira. Realização: grupo XIX de teatro. Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli. Filmes referências por ordem de aparição: Matou a família e foi ao cinema (1969) de Júlio Bressane, Matou a família e foi ao cinema (1991) de Neville de Almeida, Um Clássico, Dois em Casa, Nenhum Jogo Fora (1968) de Djalma Limongi Batista, Thelma & Louise (1991) de Ridley Scott e Callie Khouri.
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Artistas que participaram do núcleo de pesquisa do grupo XIX de teatro – O Cinema como presença – de abril a julho de 2023: Aguida Aguiar, Alessandro Hernandez, Ana Hidalgo, Anderson Martins. Bruna Mascarenhas, Carlos Jordão, Felipe Salve, Giulia Gadel, Lenise Oliveira, Lucas Rocha, Lui Seixas, Michele Barreto, Naia Soares, Pedro Henrique, Raphito Oliveira, Tércio Moura, Valéria Arbex, Verona Ísis, Victor Rosa, Vívian Valente e Walmick de Holanda.

GrupoXIX_ Aguida Aguiar e Bruna Mascarenhas – foto © Luiz Fernando Marques.

SERVIÇO
Um Clássico: Matou a Família e Foi ao Cinema
De 17 de novembro a 20 de novembro de 2023 – Sexta a segunda, às 15h e às 17h.
Duração: 77 minutos.
Indicação: Maiores de 18 anos.
Ingressos: Grátis.
Reservas Sympla: clique aqui
Vila Maria Zélia – Rua Mário Costa 13 (Entre as ruas Cachoeira e dos Prazeres) – Belém. Telefone – (11) 2081-4647. Acessibilidade. Estacionamento: gratuito.
Mais informações pelo Instagram @grupoxixdeteatro

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