sábado, janeiro 24, 2026

Mauro Marcondes lança álbum ‘O Tempo e o Amor’

O Tempo e o Amor – Mauro Marcondes (Dueto com Áurea Martins e João Cavalcanti e arranjos de Leandro Braga). “O Tempo e o Amor” foi concebido para cantar o amor. Cada composição do cantautor Mauro Marcondes e de seus parceiros poetas e letristas fala do amor em diferentes tempos. Falam de desejo, paixão, saudade, traição, contradição, carinho, atração pelo desconhecido, pela natureza e por aí segue. Fiéis ao tema do álbum, foram selecionadas 15 músicas autorais, buscando retratar a diversidade da música brasileira. São canções, bossas, baladas, sambas, choros, valsas, boleros etc. Foram vestidas com os belos arranjos do Maestro Leandro Braga.
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Quinto álbum da carreira do cantor e compositor Mauro Marcondes, depois de 4 cds e 10 singles lançados nas plataformas digitais, traz as participações especiais dos cantores Áurea Martins (na faixa “Bolero da Solidão”) e João Cavalcanti (na faixa “O que já foi não é”) e, nos vocais, as cantoras Masé Sant’Anna e Soraya Nunes (nas faixas “Depois” e “Cantar sem fim”).
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Gravado, mixado e masterizado por João Ferraz, no Lontra Music, entre maio e setembro de 2025, o álbum tem projeto gráfico de Gabriel Caymmi, com base nas obras da artista plástica Patricia Secco, foto da capa do Ari Kaye e fotos das demais obras de arte do Ale Teixeira. As fotos e filmagens no estúdio ficaram por conta de Felipe Câmara e Breno Ramoa.

O TEMPO E O AMOR” tem produção geral de Mauro Marcondes, coprodução de Paulo César Feital, produção executiva de Naomi Kumamoto e direção musical e arranjos de Leandro Braga. Contou com a participação do talento dos seguintes músicos: Leandro Braga (piano); Paulo Aragão (violão de 8); Luiz Flavio Alcofra (violão de 6); João Ferraz (violão de 6 e guitarra); Lucas Porto (violão de 7); Daniel Ganc (viola de 10); Pedro Amorim (bandolim); Léo Pereira (Cavaquinho); Rômulo Gomes (baixos acústico e elétrico); Naomi Kumamoto (flauta e flauta em sol); Diogo Gomes (flugelhorn e trompete); Denize Rodrigues (sax tenor); Rui Alvim (clarinete e sax alto); Everson Moraes (trombone); Anderson Cruz (tuba); André Boxexa (marimba); Márcio Amaro (bateria); Netinho Albuquerque e Marcus Thadeu na percussão.
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“Este álbum é o resultado do trabalho e talento de muitos, em especial dos meus parceiros letristas tão afinados com minha alma. Zéjorge, meu parceiro mais constante nos últimos anos; Caito Spina, meu compadre e parceiro de juventude e Paulo César Feital, parceiro de toda uma vida. André Lacerda, Gustavo Baião e Sérgio Pachá, se juntam a estes craques e escrevem letras que acrescentam muito às minhas melodias. Uma nota especial ao meu improvável parceiro Cláudio Cartier que, pela memória musical do Feital, deu-me a primeira estrofe de uma valsa linda composta pelos dois, concluída por mim e pelo Feital e incorporada neste álbum. Agradeço à minha parceira e amiga, a artista plástica Patricia Secco, pela letra muito romântica que me estimulou a enveredar pelos sons da balada pop e criarmos “Feliz em ter você” (Mauro Marcondes)”
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O álbum, que está em formatos digital e CD “físico”, teve a ajuda de um grupo de amigos ligados à música e à arte, escolhidos por Mauro, para apoiar na seleção das músicas para fazer parte deste novo álbum. A vasta e qualitativa obra do “cantautor” demandou um intenso trabalho para criar a identidade do álbum e a escolha de seu repertório.

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Capa do disco ‘O Tempo e o Amor’ • Mauro Marcondes • Selo Independente • 2025

Disco ‘O Tempo e o Amor’ • Mauro Marcondes • Selo Independente • 2025
Canções / compositores
1. Paris, amor (Mauro Marcondes e Caito Spina)
2. Depois (Mauro Marcondes e Gustavo Baião)
3. Feliz em ter você (Mauro Marcondes e Patricia Secco)
4. Bolero da solidão (Mauro Marcondes e Paulo César Feital) | Participação Especial  Áurea Martins
5. Ah, mar! (Mauro Marcondes e André Lacerda)
6. Cantiga de ninar menina triste (Mauro Marcondes e Sérgio Pachá)
7. Cantar sem fim (Mauro Marcondes e Zéjorge)
8. Ausência (Claudio Cartier, Mauro Marcondes e Paulo César Feital)
9. O que já foi não é (Mauro Marcondes e André Lacerda) | Participação especial João Cavalcanti
10. No mirante da colina (Mauro Marcondes e Paulo César Feital)
11. Alma barroca (Mauro Marcondes e Zéjorge)
12. Agreste (Mauro Marcondes e Zéjorge)
13. Enigma (Mauro Marcondes e Zéjorge)
14. Rio gentileza (Mauro Marcondes e André Lacerda)
15. Recriação (Mauro Marcondes e Zéjorge)
– ficha técnica –
Faixa 1 – Arranjo e piano: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes | Faixa 2 – Arranjo e piano: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes; Violão de 8: Paulo Aragão; Baixo acústico: Rômulo Gomes; Flauta: Naomi Kumamoto; Flugelhorn: Diogo Gomes; Bateria: Márcio Amaro; Coro feminino: Masé Sant’Anna e Soraya Nunes | Faixa 3 – Arranjo e piano: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes; Violão de 8: Paulo Aragão; Guitarra: João Ferraz; Baixo acústico: Rômulo Gomes; Bateria: Márcio Amaro; Percussão: Netinho Albuquerque | Faixa 4 – Arranjo: Leandro Braga; Participação Especial (voz): Áurea Martins; Voz: Mauro Marcondes; Violão de 6: Luiz Flavio Alcofra; Violão de 6: João Ferraz; Baixo acústico: Rômulo Gomes; Flauta em sol: Naomi Kumamoto; Flugelhorn: Diogo Gomes; Trombone: Everson Moraes; Bateria: Márcio Amaro; Percussão: Netinho Albuquerque | Faixa 5 – Arranjo e piano: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes; Violão de 6: Luiz Flavio Alcofra; Violão de 8: Paulo Aragão; Bandolim: Pedro Amorim | Faixa 6 – Arranjo e piano: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes; Violão de 6: Luiz Flavio Alcofra; Violão de 8: Paulo Aragão; Clarinete: Rui Alvim | Faixa 7 – Arranjo e piano: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes; Violão de 6: Luiz Flavio Alcofra; Baixo acústico: Rômulo Gomes; Flugelhorn: Diogo Gomes; Marimba: André Boxexa; Percussão: Netinho Albuquerque; Coro feminino: Masé Sant’Anna e Soraya Nunes | Faixa 8 – Arranjo e piano: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes; Violão de 6: Luiz Flavio Alcofra; Violão de 8: Paulo Aragão; Bandolim: Pedro Amorim | Faixa 9 – Arranjo: Leandro Braga; Participação especial (voz): João Cavalcanti; Voz: Mauro Marcondes; Violão de 6: Luiz Flavio Alcofra; Violão de 7: Lucas Porto; Cavaquinho: Léo Pereira; Percussão: Netinho Albuquerque e Marcus Thadeu | Faixa 10 – Arranjo: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes; Violão de 6: Luiz Flavio Alcofra; Violão de 8: Paulo Aragão; Bandolim: Pedro Amorim; Cavaquinho: Léo Pereira; Percussão: Netinho Albuquerque | Faixa 11 – Arranjo e piano: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes; Violão de 6: Luiz Flavio Alcofra; Baixo acústico: Rômulo Gomes; Trompete: Diogo Gomes; Percussão: Netinho Albuquerque | Faixa 12 – Arranjo e piano: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes; Viola de 10: Daniel Ganc; Bandolim: Pedro Amorim; Flauta: Naomi Kumamoto; Percussão: Netinho Albuquerque | Faixa 13 – Arranjo e piano: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes; Violão de 6: João Ferraz; Baixo elétrico: Rômulo Gomes; Marimba: André Boxexa; Bateria: Márcio Amaro; Percussão: Netinho Albuquerque | Faixa 14 – Arranjo e piano: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes; Guitarra: João Ferraz; Bandolim: Pedro Amorim; Sax tenor: Denize Rodrigues | Faixa 15 – Arranjo: Leandro Braga; Voz: Mauro Marcondes; Violão de 6: Luiz Flavio Alcofra; Baixo elétrico: Rômulo Gomes; Banjo e cavaquinho: Léo Pereira; Sax alto: Rui Alvim; Sax tenor: Denize Rodrigues; Trompete: Diogo Gomes; Trombone: Everson Moraes; Tuba: Anderson Cruz; Bateria: Márcio Amaro; Percussão: Netinho Albuquerque || Produção geral: Mauro Marcondes | Coprodução: Paulo César Feital | Produção executiva: Naomi Kumamoto | Direção musical: Leandro Braga | Gravação, mixagem e masterização: João Ferraz | Projeto gráfico: Gabriel Caymmi | Fotografia da capa: Ari Kaye (fotografia da obra “In Pulse VI” da artista plástica Patricia Secco) | Fotografia do verso da capa: Felipe Câmara | Fotografias das demais obras de arte da Patricia Secco: Ale Teixeira | Fotografias e filmagem no estúdio Lontra Music: Felipe Câmara e Breno Ramoa | Gravado, mixado e masterizado no Estúdio Lontra Music, Rio de janeiro, Brasil, entre maio de 2025 e setembro de 2025 | Produtor fonográfico: Mauro Marcondes Rodrigues | Apoio: 2 Luas | Assessoria redes sociais: Luis Berner  | Assessoria de imprensa: Eulália Figueiredo | Selo: Independente | Formato: CD digital / físico | Ano: 2025 | Lançamento: 31 de outubro | ♪Ouça o álbum: clique aqui | ♩ Ouça no spotify: clique aqui.

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Mauro Marcondes lança álbum ‘O Tempo e o Amor’

FAIXA-A-FAIXA (“O TEMPO E O AMOR” SEGUNDO AUTORES)
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1. PARIS, AMOR (Mauro Marcondes e Caito Spina)
“Paris, amor” foi selecionada para abrir o álbum, pela mensagem de amor, paixão e romance que transmite e que marcou a parceria Caito/Mauro numa fase da juventude dos dois. O arranjo delicado do maestro Leandro Braga realçou a beleza melódica e poética da composição (MM).
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2. DEPOIS (Mauro Marcondes e Gustavo Baião)
Uma bossa nova amorosa dá continuidade ao clima romântico do álbum. “Depois” de uma noite inusitada de amor, a esperança de que o sentimento nascido ali seja recíproco… e que ambos os lábios cantem sempre a mesma canção… e que o dia seguinte não vista os amantes para sempre (Gustavo Baião).
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3. FELIZ EM TER VOCÊ (Mauro Marcondes e Patricia Secco)
Mais uma música romântica, banhada de sol e mar – o mar do Arpoador – sensual, apaixonada, um olhar feminino surfando na pele e navegando no prazer. De novo o amor, a paixão e o romance se entrelaçam! (MM).
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4. BOLERO DA SOLIDÃO (Mauro Marcondes e Paulo César Feital)
Bolero rasgado pela dor da traição, o poeta sofre o amargor da solidão, mas o tempo, sempre o tempo onipresente, cura e faz o amante superar-se e dar a volta por cima (MM).

5. AH, MAR! (Mauro Marcondes e André Lacerda)
“Ah, Mar!” é uma canção introspectiva que navega segundo as marés do coração: ora se deixa levar por arriscados encantos muito além da arrebentação, ora se surpreende completa e serena atracada a um porto seguro (André Lacerda).
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6. CANTIGA DE NINAR MENINA TRISTE (Mauro Marcondes e Sérgio Pachá)
Soneto delicado vindo de Lisboa nos anos 70 ficou a merecer uma música e finalmente desabrochou numa valsa que se incorporou ao álbum, como um canto antigo que sussurra histórias e sentimentos de além-mar (MM).
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7. CANTAR SEM FIM (Mauro Marcondes e Zéjorge)
Uma das mais populares do álbum, direta, argumentativa, que homenageia as cantigas que se mantém na memória espontânea dos cantadores que passam de geração pra geração, como referência e tradição que se transforma (Zéjorge).
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8. AUSÊNCIA (Claudio Cartier, Mauro Marcondes e Paulo César Feital)
Uma nota especial sobre esta composição a três mãos. A improvável parceria do Cláudio Cartier com o Mauro Marcondes acabou se realizando pela memória musical do Feital, que apresentou a primeira estrofe de uma valsa linda composta pelos dois, concluída pelo Mauro e pelo Feital e incorporada neste álbum. Acabou sendo uma homenagem emocionada dos amigos ao grande cantor, compositor e violonista Cláudio Cartier (MM).

9. O QUE JÁ FOI NÃO É (Mauro Marcondes e André Lacerda)
Samba que se desenvolve na argumentação de um protagonista que aguarda uma reconciliação amorosa. Sem maiores intenções ou meias palavras, música e letra se articulam para compor uma canção leve e marota, muito própria do espírito carioca (André Lacerda).
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10. NO MIRANTE DA COLINA (Mauro Marcondes e Paulo César Feital)
Este choro conta uma daquelas histórias dos anos idos nas esquinas do Rio de Janeiro. Um amor sentido e não correspondido do menino pobre pela menina rica. Uma ilusão guardada em segredo, tatuada na mangueira do mirante da colina (MM).
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11. ALMA BARROCA (Mauro Marcondes e Zéjorge)
O amor em sua forma mais contraditória, que afirma e desmente, que atrai e se nega. A experiência barroca é sempre ambígua. O Eu lírico sonha um amor possível, romântico, mas esbarra com a dúvida, a inquietação. O arranjo caminha nessas sequências incertas, momentos de consciência sofrida. A emoção barroca sempre se submete ao racional mas se ressente ao mesmo tempo da ausência da entrega amorosa. Confessional. Mostra e esconde. Transforma o Mal que não cura num Bem merecido (Zéjorge).
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12. AGRESTE (Mauro Marcondes e Zéjorge)
“Agreste” é uma toada de amor sertaneja. Separação, procura e reencontro. Transição da melancolia até a vibração final. Um casal de humanos que pode ser um casal de pássaros. Arranjo leve. Interpretação suave. Seu lirismo contagia (Zéjorge).
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13. ENIGMA (Mauro Marcondes e Zéjorge)
Num clima de suspensão da realidade, uma entidade feminina se afirma com seu encanto e seu mistério. O feminino com seu poder, sua presença constante no imaginário popular e ancestral. Perguntas que enriquecem por não haver respostas conclusivas. A melodia é expressão e silêncio. Amuleto mulher. Origem. Atual (Zéjorge).
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14. RIO GENTILEZA (Mauro Marcondes e André Lacerda)
“Rio Gentileza” é, antes de tudo, uma reverência ao Rio de Janeiro – a cidade que nos habita onde quer que estejamos – com seus encantos e contradições, sempre pronta a se reinventar (André Lacerda).
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15. RECRIAÇÃO (Mauro Marcondes e Zéjorge)
“Recriação” é leve, descritiva, naturalista. Do anoitecer até a madrugada e o amanhecer em Copacabana. Um retrato colorido, uma câmera que se move da orla até as ruas principais onde tudo agora é visto pelo olhar de uma criança em seu primeiro contato com o seu pequeno mundo recriado. Uma criança balbucia uma cantiga, que encanta o observador. A voz expressa esse feeling distanciado num ritmo de leve marchinha tradicional. Transfiguração (Zéjorge).

> Siga: @mauromarcondes.compositor

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Série: Discografia da Música Brasileira / MPB / Canção / Álbum.
* Publicado por ©Elfi Kürten Fenske


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