O cantor, compositor e violonista João Bosco e o baixista Guto Wirtti vêm desenhando uma história conjunta ao longo de mais de uma década. Guto é o baixista do elogiado João Bosco Quarteto, e participou com o artista de uma turnê pela Europa em outubro passado, com shows lotados em cidades como Barcelona, Madri, Roterdã, Amsterdã, Paris, Gênova, Milão, Hamburgo e Londres. A turnê contou com apresentações em formato de dueto, destacando a colaboração entre os dois músicos brasileiros, e agora estreia em São Paulo em show único no Bourbon Street Music Club no dia 14 de dezembro.
.
No espetáculo, os dois revisitam clássicos fundamentais da música brasileira e da carreira de João, como “O Bêbado e a Equilibrista”, “Coisa Feita”, “O Mestre-Sala dos Mares” e “Corsário”, que ganham novas nuances com os arranjos sofisticados de Guto Wirtti, cujo talento no contrabaixo traz uma dimensão ainda mais rica e envolvente às composições.
.
As músicas são intercaladas ainda com uma perfeita interação com o público conduzida pelos artistas, que convidam todos a embarcarem em uma jornada musical em que a arte e a paixão pela música se encontram em uma performance inesquecível.
Mais de João Bosco
João Bosco nasceu em Ponte Nova (MG), em 1946. Cantor, compositor e violonista, é um dos grandes nomes da MPB, reconhecido por sua inventividade harmônica e poética ativa há mais de cinco décadas. Em 1961, ao transferir-se para Ouro Preto a fim de estudar engenharia, teve seu interesse despertado pelo jazz, pela bossa nova e, tempos depois, pelo tropicalismo. Cinco anos mais tarde, conheceu, na casa do pintor Carlos Scliar, em Ouro Preto, o poeta Vinicius de Moraes, que viria a ser seu primeiro parceiro. Com o poeta, compôs “Rosa dos ventos”, “Samba do pouso” e “O mergulhador”, entre outras canções. Em 1970, viajou de férias ao Rio de Janeiro, onde conheceu Aldir Blanc, com quem viria a iniciar uma fértil parceria, com clássicos como “O bêbado e a equilibrista”, “O mestre-sala dos mares”, “De frente pro crime”, “Kid Cavaquinho” e “Linha de passe”, eternizados por intérpretes como Elis Regina.
.
No ano de 1972 gravou sua composição “Agnus sei” (c/ Aldir Blanc), faixa B de um disco de bolso lançado pelo jornal “O Pasquim”, que apresentava, no lado A, a composição “Águas de março”, na interpretação do próprio compositor, Tom Jobim. Formou-se em Engenharia no ano seguinte e mudou-se para o Rio de Janeiro. Ainda em 1973, gravou seu primeiro LP, “João Bosco”, registrando sua parceria com Aldir Blanc, em canções como “Tristeza de uma embolada”, “Nada a desculpar” e “Boi”, entre outras. Em 1983, apresentou-se no XVII Festival de Montreux (Suíça), ao lado de Caetano Veloso e Ney Matogrosso, cujo show foi registrado no LP Brazil Night – ao vivo em Montreux. No mesmo ano realizou em São Paulo sua centésima apresentação em shows, com espetáculo gravado e lançado no LP “João Bosco ao vivo: centésima apresentação”. Nessa época, começou a diversificar suas parcerias, deixando de compor exclusivamente com Aldir Blanc. A partir dos anos 1990, firmou novas parcerias com Waly Salomão, Antônio Cícero, Abel Silva, Capinan e com o filho Chico Bosco, com quem lançou discos como As mil e uma aldeias (1997), Na esquina (2000), Mano que Zuera (2017) e Abricó de Macaco (2020). Em 1998, gravou a trilha sonora de “Benguelê”, espetáculo do Grupo Corpo, que incluiu canções de sua autoria, como “Benguelô” (c/ Francisco Bosco) e de outros autores, como a faixa-título (Pixinguinha e João da Baiana).
Comemorando seu 60º aniversário, lançou, em 2006, o CD e DVD “Obrigado, gente!”, gravado no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, com as participações especiais de Djavan, Guinga, Yamandu Costa e Hamilton de Holanda. Em 2012 foi o homenageado na 23ª edição do Prêmio da Música Brasileira, além de ter sido contemplado com a mesma premiação, na categoria Melhor Canção, por sua composição “Sinhá” (com Chico Buarque). Lançou no mesmo ano o CD e DVD João Bosco – 40 anos depois, reunindo sucessos de seu repertório e convidados como Chico Buarque, Milton Nascimento, João Donato, Roberta Sá, Toninho Horta, Trio Madeira Brasil e Cristóvão Bastos – trabalho indicado ao “XIII Grammy Latino”, na categoria Melhor Álbum MPB. Em 2017, celebrando seus 70 anos, em Las Vegas, recebeu o Prêmio “Excelência da Obra”, parte importante das celebrações do Grammy Latino de 2017.
.
Em 2024 lançou o álbum “Boca Cheia de Frutas” (MP,B Discos /Som Livre), com arranjos de Cristovão Bastos e produção musical do próprio João Bosco. Segue apresentando-se no Brasil e no exterior, só, em duo e/ou com sua banda, formada por Ricardo Silveira (guitarra), Guto Wirtti (baixo), Kiko Freitas (bateria), Armando Marçal (percussão) e Cristovão Bastos (teclados).
Mais de Guto Wirtti
Nascido em uma família de músicos, aos 13 anos apresentava-se em concertos e festivais. Transferiu-se para Salvador aos 16 para aprofundar seus conhecimentos nos ritmos percussivos e da música afro-brasileira. Em 2003, a convite de Yamandu Costa, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde passou a trabalhar em duo com o violonista, apresentando-se em eventos como o “Melbourne Jazz Festival”, na Austrália. Em 2012, ao lado de Nicolas Krassik, participou do disco “Lida”, de Yamandu Costa, gravado apenas pelo trio de violão, contrabaixo e violino. Como baixista e arranjador trabalhou também em shows e gravações com músicos como Léo Gandelman, Celso Fonseca, Ed Motta, Luiz Melodia, Wilson das Neves, Milton Nascimento, Martnália e Gabriel Grossi.
O Bourbon Street Music Club
O Bourbon Street Music Club foi inaugurado por BB King em dezembro de 1993, em 4 noites memoráveis. Ao longo de quase 32 anos de atividade ininterrupta, passaram por seu palco mais de 7.500 shows, com mais de 1500 artistas nacionais e internacionais, entre eles mais de 50 ganhadores de Grammy e alguns dos maiores nomes do jazz, do blues e da soul music, como Ray Charles, Nina Simone, Betty Carter, Shirley Horn, Diana Krall, Joss Stone, Wynton Marsalis, Brad Mehldau, Marcus Miller, Ron Carter, Koko Taylor, Dr. John, Taj Mahal, Junior Wells, Pat Metheny e muitos outros. Eleita pela prestigiosa revista norte-americana Downbeat como uma das melhores casas de jazz do mundo (2013, 2014, 2015, 2016 e 2017), o Bourbon Street também produz festivais como o Bourbon Street Fest, que existe há 20 anos em São Paulo e já se estendeu para o Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia, Porto Alegre e Curitiba; o Bourbon Festival Paraty, que chegou à 15ª edição este ano, e o Paraty Latino, com 4 edições, ambos na cidade histórica fluminense. Também no litoral norte paulista, assina quatro edições dos festivais Folk & Blues Ilhabela e duas do Ilhabela Bossa & Choro. Levou, ainda, mais de 130 shows a parques públicos de São Paulo (entre eles o do próprio BB King e o de Ray Charles no Parque do Ibirapuera, ambos com público de mais de 100 mil pessoas), e organizou mais de 50 turnês pelo Brasil, Argentina, Chile e Uruguai.

SERVIÇO
JOÃO BOSCO convida GUTO WIRTTI
Data: 14 de dezembro de 2025
Horário: 20h
Bourbon Street Music Club
Endereço: Rua dos Chanés, 127 – Moema, São Paulo – SP, 04087-031
Couvert: R$ 190,00
Vendas online: clique aqui. sympla.com.br
Ponto de Reservas sem Taxa de Conveniência (presencial): Rua dos Chanés, 194 – Moema. de segunda a sábado das 10h às 18h e domingos das 12h às 16h
Classificação indicativa: 18 anos e 16 anos acompanhado de responsável
Fone para reservas: (11) 5095-6100
WhatsApp para reservas (somente texto): +5511 9 7060-0113
Informações, reservas de grupo e eventos corporativos: Telefone 5095-6100
Horário: Terça a sábado das 11h00 às 19h00
O Bourbon Street Music Club é um Bar e Restaurante e não uma Casa de Espetáculos, por isso, não se aplica a Lei de Meia Entrada.
Mais informações: bourbonstreet.com.br
Produção: Z Produções e Bourbon Street Music Club
Mais em João Bosco: joaobosco.com.br / @joaoboscoreal
——————-
Assessoria de imprensa – Bourbon Street: Cristiane Batista / Grená Agência de Criação


