Entre as 5 conquistas, foram 3 troféus para Liniker, mais Luedji Luna e BaianaSystem entre os vencedores
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Na história recente da música brasileira, “independente” deixou de ser rótulo e virou tração de mercado. Prova disso é a performance da Altafonte no Latin GRAMMY 2025: realizada em 13 de novembro, em Las Vegas (EUA), a cerimônia coroou a distribuidora com 5 prêmios, em categorias de língua portuguesa como Melhor Música Urbana, Álbum de MPB e Álbum de Rock ou Música Alternativa, um marco que traduz a diversidade contemporânea da música brasileira.
Brilharam no palco: Liniker (3 troféus: Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa — Caju; Melhor Interpretação Urbana em Língua Portuguesa; e Melhor Canção em Língua Portuguesa — Veludo Marrom), Luedji Luna (Melhor Álbum de MPB/MAPB — Um Mar Pra Cada Um) e BaianaSystem (Melhor Álbum de Rock ou Música Alternativa em Língua Portuguesa — O Mundo Dá Voltas).
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O resultado fecha um ciclo que já havia sido histórico na largada: 21 indicações para artistas da Altafonte — um recorde brasileiro que atravessou gêneros, da MPB ao rap, passando pelo samba, o pop alternativo e a música urbana. Foi a demonstração, em números e prêmios, de um trabalho de curadoria que privilegia identidade artística, contratos leves e visão de longo prazo — uma “butique” de música que se consolidou como vetor de impacto no ecossistema.
Liniker e o coração do prêmio
Entre os nomes da temporada, Liniker ocupou o centro do palco: além dos 3 troféus, a artista somou das sete indicações, incluindo Álbum do Ano (Caju), Canção do Ano (Veludo Marrom) e Gravação do Ano (Ao Teu Lado, com Amaro Freitas e Anavitória). A noite reforçou um capítulo que começou em 2016, quando se uniu à Altafonte, e ganhou dimensão histórica em 2022, ao se tornar a primeira artista trans a vencer o Latin GRAMMY (Melhor Álbum de MPB). Em 2025, a trajetória se afirma como símbolo de uma geração que equilibra poesia, experimentação e alcance popular.
Da MPB ao rap: diversidade brasileira representada em Las Vegas
As vitórias de Luedji Luna e BaianaSystem se somam a uma lista de indicados que incluiu Marcelo D2 (Melhor Álbum de Samba e Pagode), Dora Morelenbaum, Rachel Reis e Rubel (MPB/MAPB), Julia Mestre (Pop Contemporâneo), Jadsa e Maria Beraldo (Rock/Alternativa), BK’ (Música Urbana e Vídeo em Formato Curto), Joyce Alane (Raízes), além de Zé Ibarra e das colaborações de Liniker com Amaro Freitas e Anavitória. É um mapa musical tão amplo quanto o próprio país, e agora reconhecido internacionalmente.
A curadoria como diferencial
Para Mônica Brandão, Country Manager da Altafonte, o segredo está na atenção dada a cada lançamento: “Receber 21 indicações ao Latin Grammy este ano foi mais do que um recorde para a Altafonte, mas um reconhecimento ao trabalho cuidadoso que desenvolvemos com cada artista e lançamento. Cada projeto que colocamos no mundo carrega dedicação, estratégia e muito respeito à identidade artística de cada talento. Do samba ao rap, da MPB ao pop alternativo, essa diversidade traduz o nosso DNA. Ver essa pluralidade reconhecida é motivo de orgulho imensurável. Celebramos a força da música independente e parabenizamos todos os nossos talentos indicados por levarem suas vozes e histórias tão longe. E em especial a Liniker, que não apenas liderou nossas indicações e conquistas, mas também brilhou nas categorias principais do prêmio,” afirma a executiva.
As 21 indicações da Altafonte Brasil ao Latin GRAMMY 2025
- Gravação do Ano: Liniker Featuring Amaro Freitas & Anavitória – Ao Teu Lado
- Álbum do Ano: Liniker – Caju
- Canção do Ano: Liniker – Veludo Marrom
- Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa: Julia Mestre – Maravilhosamente Bem; Liniker – Caju
- Melhor Álbum de Rock ou Música Alternativa em Língua Portuguesa: Baianasystem – O Mundo Dá Voltas; Jadsa – Big Buraco; Maria Beraldo – Colinho
- Melhor Performance de Música Urbana em Língua Portuguesa: BK’ Featuring Evinha – Só Quero Ver; Liniker – Caju
- Melhor Álbum de Samba e Pagode: Marcelo D2 – Manual Prático do Novo Samba Tradicional, Vol. 2: Tia Darci
- Melhor Álbum de MPB/MAPB: Dora Morelenbaum – Pique; Luedji Luna – Um Mar Pra Cada Um; Rachel Reis – Divina Casca; Rubel – Beleza. Mas Agora a Gente Faz o Que Com Isso?
- Melhor Álbum de Raízes em Língua Portuguesa: Joyce Alane – Casa Coração
- Melhor Canção em Língua Portuguesa: Julia Mestre – Maravilhosamente Bem; Liniker – Veludo Marrom; Zé Ibarra – Transe
- Melhor Álbum de Engenharia de Som: Liniker – Caju
- Melhor Vídeo Formato Curto: BK’ – Diamantes, Lágrimas e Rostos Para Esquecer
SOBRE A ALTAFONTE
A Altafonte é uma empresa global de música e tecnologia nascida em Madri em 2011. Parceira de artistas e selos, disponibiliza suas músicas em mais de 150 plataformas de streaming e lojas digitais em todo o mundo, gerando receita em mais de 160 países. Hoje é uma das empresas de música independente que mais cresce no mundo com 16 escritórios em 13 países. A equipe global da Altafonte é formada por verdadeiros amantes da música comprometidos em oferecer aos nossos artistas, gravadoras e outros parceiros sua expertise, criatividade, conhecimento e experiência trabalhando com tecnologia de ponta. A Altafonte Brasil é a subsidiária da Altafonte Espanha que mais cresce e hoje distribui artistas como: Gilberto Gil, Ivete Sangalo, selo “Controversia” dos irmãos ALOK e Bhaskar, Arnaldo Antunes, Lenine, BK, Liniker, Luedji Luna, BaianaSystem, Murilo Huff, Ícaro & Gilmar, Mc Livinho, Samuel Rosa, Marcelo D2, Don L, Sain, Kyan, Tasha e Tracie, Delacruz entre outros.
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Assessoria imprensa: Lupa Comunicação


