Banda Cucamonga une o jazz e a brasilidade no álbum “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim“. Quinteto de São Paulo apresenta fusão inédita de gêneros musicais revitalizando as possibilidades sonoras que refletem a diversidade cultural do Brasil
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Uma explosão de alegria, improviso e criatividade, assim é “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim”, álbum que a Banda Cucamonga lançou nas plataformas de música em 13 de setembro. Com uma proposta ousada e contagiante, o disco funde o espírito do jazz tradicional americano com sotaques tropicais e referências genuinamente brasileiras, em uma celebração sonora que é, ao mesmo tempo, brincadeira e reverência.
Esse encontro musical entre as ruas pulsantes de New Orleans e a riqueza rítmica e cultural do Brasil, reúne em seu repertório improvisações intensas, cores festivas e uma sonoridade plural, marcada por instrumentos icônicos como trompete, clarinete, sousafone, banjo e washboard (a clássica tábua de lavar que virou instrumento percussivo). O resultado é um álbum que diverte, emociona e surpreende, uma verdadeira festa onde o jazz de raiz ganha novas roupagens com gingado brasileiro.
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Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim é uma síntese do espírito coletivo do grupo: um projeto livre, inventivo e espontâneo. Tudo foi criado no momento, sem escrever uma única partitura. Essa escolha por um processo 100% intuitivo e colaborativo reforça a pulsação orgânica do álbum, onde cada faixa soa como se estivesse sendo tocada ali, ao vivo, no meio da rua, em algum ponto imaginário entre o Pelourinho e o French Quarter.
Para marcar o lançamento, a Banda Cucamonga está em turnê por São Paulo desde o dia 15 de setembro, com shows confirmados na capital, litoral e interior. Com performances cheias de energia, figurinos irreverentes e interações com o público, os shows prometem ser uma extensão viva do álbum — onde a liberdade do improviso se encontra com a vibração das festas populares brasileiras.
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Além de homenagear as origens do jazz, o álbum também é um marco na trajetória da própria Banda Cucamonga. O nome do grupo é inspirado em uma gíria inventada para expressar momentos de iluminação criativa (“tipo um eureka!”), que define bem o tom da obra: espontaneidade, ousadia e uma boa dose de irreverência. O projeto foi realizado pela Secretaria de Economia Criativa do Estado de São Paulo, Governo do Estado de São Paulo, CULT SP, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.
Disco ‘Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim’ • Banda Cucamonga • selo Cucamonga Records • 2025
Canções / compositores
(Melodia – Banda Cucamonga: Mesaac Brito, Marcos Lúcio, Fernando Thomé, José Renato, Ricardo Reis / Letras – João Gomes de Sá)
1. Corjass
2. Corda Bamba
3. Brues com R
4. Oito, 4 ou meia
5. Dona Siriema
6. Melgreen
7. Chegança
8. Gui
9. Mr. Guga
10. Tupiniquim
11. Circus / faixa bônus
112. St. Inês / faixa bônus
– ficha técnica –
Banda Cucamonga – Trompete – Mesaac Brito; Clarinete – Marcos Lúcio; Banjo – Fernando Thomé; Tuba/ souzafone – José Renato; Washboard: Ricardo Reis; Coro de vozes – Banda Cucamonga | Direção artística, produção musical e arranjos: Banda Cucamonga | Gravação, mixagem e masterização: Adonias Jr. – Estúdio Arsis | Coordenação de produção: João Gomes de Sá e Banda Cucamonga | Design gráfico / capa: Raro de Oliveira | Fotografia: José de Holanda | Assessoria de imprensa: Débora Venturini | Selo: Cucamonga Records | Formato: CD digital | Ano: 2025 | Lançamento: 13 de setembro | ♪Ouça o álbum: clique aqui.
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> siga: @bandacucamonga
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Série: Discografia da Música Brasileira / Música instrumental / Jazz / Álbum.
Publicado por ©Elfi Kürten Fenske
