Música, Tradição e Malandragem: Com periodicidade quinzenal às segundas-feiras, roda de samba reúne grandes mestres da música brasileira e resgata clássicos do choro e do samba de terreiro no Catete.
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RIO DE JANEIRO — Na segunda-feira, 26 de outubro de 2026, o circuito cultural do Rio de Janeiro recebe a segunda edição do projeto Samba, Livre, Leve e Solto. Após a marcante estreia, o encontro quinzenal no Glorioso Cultural (Rua do Catete, 97) reafirma sua proposta de uma imersão profunda e descontraída na essência da música popular brasileira, celebrando a cadência, a poesia e o batuque autêntico do samba de terreiro e do choro.
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A direção musical e o comando da roda continuam a cargo de ninguém menos que Paulão 7 Cordas, figura central da história do samba contemporâneo e maestro de grandes projetos da MPB. Ao seu lado, um time de instrumentistas e intérpretes de peso garante a qualidade da batucada: Agenor de Oliveira (voz), Léo Pereira (cavaquinho e voz), Ramón Araújo (violão 7 cordas), Tiago Souza (bandolim), Bidu Campeche (percussão) e Valdir Ribeiro (percussão).
Um Repertório Dinâmico Que Contrapõe História e Emoção
O roteiro musical do Samba, Livre, Leve e Solto transita com fluidez entre o virtuosismo do choro e a cadência contagiante do samba de raiz. O público será conduzido por composições imortais de mestres como Pixinguinha (Um A Zero, Naquele Tempo), Jacob do Bandolim (Noites Cariocas, Doce de Coco), Noel Rosa (Pra Que Mentir, Feitio de Oração) e Lupicínio Rodrigues (Quem Há de Dizer, Esses Moços).
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A ancestralidade e a poética das escolas de samba e dos terreiros ganham destaque nas vozes do grupo com clássicos de Cartola (Amor Proibido, Tive Sim), Nelson Cavaquinho (A Flor e o Espinho, Juízo Final), Paulinho da Viola (Só o Tempo, Leva o Recado), Monarco (Coração em Desalinho, Se Eu For Falar Da Portela) e Silas de Oliveira (Apoteose ao Samba, Senhora Tentação). O repertório reserva ainda um momento especial de reverência à obra de Nelson Sargento — parceiro de composição de Agenor de Oliveira em temas como Sinfonia Imortal e Saudade, além da emblemática Samba Agoniza, Mas Não Morre —, estendendo-se às pérolas de Wilson Moreira, Ney Lopes, Zé Ketti, Ary Barroso e sucessos contemporâneos como Quando A Gira Girou e Seu Balancê.
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A grande marca do projeto, no entanto, é a sua capacidade de se renovar a cada apresentação.
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“O samba de raiz precisa respirar e se renovar a cada encontro. Temos uma base sólida com os grandes clássicos, mas a ideia do ‘Samba, Livre, Leve e Solto’ é justamente ter essa liberdade: a cada quinzena vamos buscar raridades nos baús dos mestres, atender aos pedidos do público e experimentar arranjos no calor da roda. Nenhuma segunda-feira será igual à outra”, ressalta Paulão 7 Cordas.
FICHA TÉCNICA
Violão, voz e direção musical: Paulão 7 Cordas
Voz: Agenor de Oliveira
Cavaquinho e voz: Léo Pereira
Violão 7 cordas: Ramón Araújo
Bandolim: Tiago Souza
Percussão: Bidu Campeche e Valdir Ribeiro
Produção executiva: Paulo Cesar Figueiredo / Orum Produções Artísticas
Coordenação artística: Elfi Kürten Fenske
Assessoria de imprensa: Clovis Correa
Apoio cultural: Coletivo Sindicato do Samba / Camilo Árabe
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SERVIÇO
Evento: Samba, Livre, Leve e Solto
Data: 26 de outubro de 2026 (segunda-feira)
Periodicidade: Quinzenal (às segundas-feiras)
Casa abre: A partir das 18h
Horário da roda: 19h
Local: Glorioso Cultural
Endereço: Rua do Catete, 97 – Catete, Rio de Janeiro / RJ
Ingressos antecipados: Plataforma Sympla
Redes Sociais: @sambalivrelevesolto | @gloriosocultural
