Cabeça de São Francisco de Assis, Portinari (1944) - detalhe

“Oração de São Francisco” ou “Oração Simples” ou “Oração da Paz”
Senhor: Fazei de mim um instrumento de vossa Paz.
Onde houver Ódio, que eu leve o Amor,
Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver Discórdia, que eu leve a União.
Onde houver Dúvida, que eu leve a Fé.
Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!
Ó Mestre,
fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna!
autor anônimo (atribuída incorretamente a São Francisco. * saiba mais aqui)

Ouça aqui a belíssima interpretação de Maria Bethânia (melodia é de autoria de Padre Irala):

São Francisco de Assis (1182-1226)

Em 4 de outubro é comemorado o dia de São Francisco de Assis, que morreu em 3 de outubro de 1226. protetor dos animais e por sua vez, conhecido também como o Dia Mundial dos Animais.

Nas imagens e nas esculturas, ele sempre é representado cercado de vários pássaros, por ser considerado o santo dos pobres, padroeiro dos animais.

A vida de São Francisco de Assis, na sua mocidade, não tinha nada daquela simplicidade e doçura geralmente associada à sua pessoa. Ele vivia e agia como todos os jovens ricos e elegantes de fins do século XII, trajando-se sempre de acordo com a moda mais requintada.

Mas alguma coisa aconteceu que mudou completamente sua maneira de viver. Foi durante a guerra entre Assis, sua cidade e Perusia, que S. Francisco foi feito prisioneiro e teve uma visão, que era uma mensagem, que lhe dizia que devia tornar-se bom e doar aos necessitados todos os bens que possuía.

Daí para a frente, São Francisco passou a tratar todas as criaturas, até as mais brutas e selvagens, como amigas. O Sol, a Lua, ele os chamava de irmão e irmã. Além disso, adquiriu grande poder sobre os animais.

No dia em que morrei, todos puderam presenciar um enorme bando de cotovias voar e cantar sobre a casa em que seu corpo era guardado.
Fonte: Folha de S. Paulo

 

COMPARTILHAR

RECOMENDAMOS




Revista Prosa Verso e Arte
Literatura - Artes e fotografia - Educação - Cultura e sociedade - Saúde e bem-estar

COMENTÁRIOS